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	<title>Fact-Checking &#8211; Pensar Nutrição</title>
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	<title>Fact-Checking &#8211; Pensar Nutrição</title>
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		<title>Fact-checking &#8211; “Batatas fritas em azeite são mais saudáveis que cozidas”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Borges]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2019 13:41:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fact-Checking]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta not&#237;cia &#233; baseada num estudo publicado na revista Food Chemistry. Que conclus&#245;es constam do estudo de maneira a que se possa dele extrair tal not&#237;cia?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/10/fact-cheking-batatas-fritas-pensar-nutricao-1024x576.webp" alt="Fact-checking - “Batatas fritas em azeite são mais saudáveis que cozidas” 1" class="wp-image-2229" title="Fact-checking - “Batatas fritas em azeite são mais saudáveis que cozidas” 1" srcset="https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/10/fact-cheking-batatas-fritas-pensar-nutricao-1024x576.webp 1024w, https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/10/fact-cheking-batatas-fritas-pensar-nutricao-300x169.webp 300w, https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/10/fact-cheking-batatas-fritas-pensar-nutricao-768x432.webp 768w, https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/10/fact-cheking-batatas-fritas-pensar-nutricao-180x100.webp 180w, https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/10/fact-cheking-batatas-fritas-pensar-nutricao.webp 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">1. Factos em análise?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma recente notícia, divulgada em alguns órgãos de comunicação como por exemplo a <a href="https://sicnoticias.pt/saude-e-bem-estar/2019-10-23-Batatas-fritas-em-azeite-sao-mais-saudaveis-que-cozidas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SIC Notícias</a>, afirma que as batatas fritas em azeite são mais saudáveis do que cozidas. Esta notícia é baseada num <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0308814615006810" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo publicado em 2015 na revista Food Chemistry </a>por uma equipa de investigadores da Universidade de Granada, em Espanha. Que conclusões constam, assim, do estudo, de maneira a que se possa dele extrair tal notícia?</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Análise do(s) facto(s) tendo por base a evidência científica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo compara o teor de compostos polifenólicos em alguns alimentos (batata, beringela, tomate e abóbora) consoante sejam submetidos a diferentes processos culinários, a saber a fritura em azeite extra virgem, salteados ou cozidos em água ou numa mistura água/óleo. Foi igualmente determinada, para cada conjunto alimento/processo culinário a respetiva capacidade antioxidante total, com recurso a três métodos distintos.<br>Este conjunto bastante exaustivo de dados (foram analisados individualmente 18 compostos fenólicos distintos) mostrou, resumidamente, que os alimentos fritos em azeite extra virgem exibem uma maior quantidade de alguns compostos polifenólicos, sendo o teor final também dependente do produto base submetido ao respetivo método.<br>Sendo certo que existe razoável evidência acerca de alguns mecanismos que relacionam o teor de polifenóis na dieta e a saúde (ver por exemplo <a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/ptr.6419" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui&nbsp;</a>), tem sido mais difícil provar esta associação em algumas doenças específicas, como a <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6616647/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">hipertensão arterial </a>, o <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3548848/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cancro da mama </a>&nbsp;ou o <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4691672/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cancro colorretal</a>, para citar apenas algumas.<br>Por outro lado, apesar da <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/31243760" target="_blank" rel="noopener noreferrer">dieta Mediterrânica constituir um modelo alimentar que providencia um teor destes e outros compostos cujos efeitos já se encontram relativamente bem estabelecidos,</a>&nbsp;não é menos verdade que a prova acerca dos efeitos desta dieta, que privilegia os hortícolas, frutos e o azeite, ainda <a href="https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD009825.pub3/full" target="_blank" rel="noopener noreferrer">não possui prova absolutamente concludente quanto ao seu benefício sobre marcadores como doença cardiovascular ou outras</a>.<br>Não é, pois, sequer inequívoco, à luz da melhor ciência atualmente disponível, que um maior teor deste tipo de polifenóis seja sinónimo de melhor saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por estes e outros motivos, nenhuma conclusão consta do artigo acerca da fritura ser mais ou menos saudável do que os outros métodos culinários, sendo apenas referido o maior teor em polifenóis e capacidade antioxidante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Veredicto final do “Pensar Nutrição”</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A conclusão de que as batatas fritas são mais saudáveis que as cozidas é, assim, uma extrapolação grosseira e errada das honestas conclusões do artigo, pelo que consideramos este título como <span style="color: #dec507;"><strong><span style="color: #f15c07;">“FALSO”</span></strong><span style="color: #f15c07;"><span style="color: #000000;">.</span></span></span></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como nota adicional cumpre referir que uma notícia deste tipo, favorecendo a fritura como método culinário, constitui em nosso entender um sinal errado em termos de saúde pública, e por várias razões. Desde já, o aumento da densidade energética do alimento, aumento este que está associado ao aumento da prevalência de obesidade, que é seguramente um dos mais importantes problemas de saúde pública que enfrentamos neste momento. Depois porque dado que muitas famílias e estabelecimentos de restauração não fritam com azeite extra virgem é muito pouco provável que este teor de polifenóis seja igualmente alto nesses alimentos fritos, acrescendo ainda o problema de que a resistência dos óleos alimentares às altas temperaturas ser por vezes inferior ao do azeite. Por último, importa referir que a dieta mediterrânica é um modelo alimentar complexo, que engloba inclusivamente outras facetas do estilo de vida que vão para além dos alimentos propriamente ditos e que por isso se torna bastante redutor tentar explicá-lo com base em alguns compostos químicos, sem com isto desprezar o valor essencial deste tipo de investigação.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="200" height="200" src="https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/09/StampVermelho_200x200-1.gif" alt="Fact-checking - “Batatas fritas em azeite são mais saudáveis que cozidas” 2" class="wp-image-382" title="Fact-checking - “Batatas fritas em azeite são mais saudáveis que cozidas” 2"></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Fact-checking – “Vegetarianos podem ter menos doenças cardíacas, mas maior risco de AVC”</title>
		<link>https://pensarnutricao.pt/fact-checking-doencas-cardiacas-risco-avc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Borges]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2019 09:31:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fact-Checking]]></category>
		<category><![CDATA[fact checking]]></category>
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					<description><![CDATA[Nota: Esta an&#225;lise pode aplicar-se &#224; generalidade das not&#237;cias sobre o estudo em quest&#227;o, que foram publicadas nos diversos &#243;rg&#227;os de comunica&#231;&#227;o social e n&#227;o somente &#224; not&#237;cia publicada na Revista Vis&#227;o que aqui se apresenta a t&#237;tulo de exemplo:... <div class="read-more-wrapper"><a class="button button-primary" href="https://pensarnutricao.pt/fact-checking-doencas-cardiacas-risco-avc/">Ler mais</a></div>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/09/fact-checking-vegetarianos-pensar-nutricao-1-1024x576.webp" alt="Fact-checking – “Vegetarianos podem ter menos doenças cardíacas, mas maior risco de AVC” 3" class="wp-image-2243" title="Fact-checking – “Vegetarianos podem ter menos doenças cardíacas, mas maior risco de AVC” 3" srcset="https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/09/fact-checking-vegetarianos-pensar-nutricao-1-1024x576.webp 1024w, https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/09/fact-checking-vegetarianos-pensar-nutricao-1-300x169.webp 300w, https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/09/fact-checking-vegetarianos-pensar-nutricao-1-768x432.webp 768w, https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/09/fact-checking-vegetarianos-pensar-nutricao-1-180x100.webp 180w, https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/09/fact-checking-vegetarianos-pensar-nutricao-1.webp 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nota:</strong> Esta análise pode aplicar-se à generalidade das notícias sobre o estudo em questão, que foram publicadas nos diversos órgãos de comunicação social e não somente à notícia publicada na Revista Visão que aqui se apresenta a título de exemplo: <a title="notícia Visão" href="http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2019-09-05-Vegetarianos-podem-ter-menos-doencas-cardiacas-mas-maior-risco-de-AVC" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2019-09-05-Vegetarianos-podem-ter-menos-doencas-cardiacas-mas-maior-risco-de-AVC</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">1. Factos em análise?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo recente, publicado na prestigiada revista <a title="British Medical Journal" href="https://www.bmj.com/content/366/bmj.l4897" target="_blank" rel="noopener noreferrer">British Medical Journal (Tong et al., BMJ 2019;366:l4897)</a>, revela que os indivíduos que seguem o padrão alimentar vegetariano ou vegan apresentam risco mais baixo de ter um enfarte do miocárdio, mas um risco aumentado de ter um Acidente Vascular Cerebral (AVC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão que se coloca é se o estudo permite efetivamente tirar essa conclusão, tal como foi publicada em diferentes órgãos de comunicação social.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size: 1.75em; font-weight: bold; color: var(--text-color); letter-spacing: -0.0125em;">2. Análise do(s) facto(s) tendo por base a evidência científica</span></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assistimos hoje a um fenómeno nas sociedades ocidentais em que um número crescente de indivíduos vai alterando o seu modelo alimentar tradicional por um tipo de alimentação progressivamente mais isento de produtos de origem animal. Esses indivíduos, cuja alimentação se designa por vegetariana ou vegan, consoante o grau de evicção dos produtos de origem animal, procuram com esta alteração, entre outras coisas, ter uma alimentação mais saudável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora não seja esta a única razão para esta alteração dos hábitos alimentares, a comunidade científica tem procurado responder a esta questão, isto é, se e até que ponto é mais saudável este tipo de alimentação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a title="artigo em causa" href="https://www.bmj.com/content/366/bmj.l4897" target="_blank" rel="noopener noreferrer">artigo em causa</a>, publicado no início do mês de setembro, procura responder a estas dúvidas, recorrendo a uma coorte de cerca de 48 000 &nbsp;indivíduos residentes no Reino Unido e que fazem parte de um estudo mais extenso, o estudo EPIC (<em>European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition</em>), que inclui o impressionante número de mais de meio milhão de indivíduos de dez países europeus, seguidos por mais de quinze anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se, pois, de um número muito significativo de indivíduos, que por si só permite desde já uma robustez das conclusões que dificilmente se obteria com amostras menores e com menor tempo de seguimento, como é mais frequente em estudos deste género.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As conclusões do estudo são claras e apontam para um menor risco de doença coronária nos indivíduos que seguiam dietas vegetarianas/vegan face aos indivíduos que consumiam carne, diferença esta que se manteve significativa (embora marginalmente) quando os resultados foram ajustados para variáveis confundidoras, como a pressão arterial, o índice de massa corporal (IMC), o colesterol plasmático ou a presença de diabetes (variáveis autorreportadas). Esta redução, de cerca de 20%, é consistente com estudos anteriores onde se demonstra o papel do colesterol LDL (ou não-HDL) no risco de enfarte do miocárdio, sendo que no presente trabalho se voltou a observar que os indivíduos que incluem carne no seu padrão alimentar apresentam valores de colesterol LDL mais elevados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, foi também observado um aumento significativo de risco de AVC (de magnitude próxima também dos 20%) nos indivíduos com um padrão alimentar vegetariano/vegan. Este aumento foi observado sobretudo para o AVC hemorrágico, sendo o aumento de risco de AVC isquémico de menor magnitude e sem significado estatístico. Estes resultados sobre o AVC foram mais surpreendentes e menos consonantes com a literatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assim sendo, o título da notícia parece factualmente correto e pouco sujeito a crítica. Importa, no entanto, perceber até que ponto podemos afirmar estes efeitos destas dietas recorrendo a um estudo deste tipo. </strong>Na realidade, um estudo de coorte, como este, não representa o grau de evidência mais elevado de que dispomos e do qual necessitamos para inferir consistentemente acerca de relações de causa-efeito entre fenómenos (podemos encontrar um bom texto sobre a hierarquia da evidência científica <a title="texto sobre a hierarquia da evidência científica" href="https://ebm.bmj.com/content/21/4/125" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>). Neste caso, para podermos ter um bom grau de certeza de que os padrões alimentares vegetarianos reduzem a doença coronária ou aumentam o número de AVCs, teríamos de recorrer a ensaios clínicos aleatorizados e com dupla ocultação, o que, pelo menos neste caso, seriam quase impossíveis de realizar. Este é ao mesmo tempo o <a title="problema e o fascínio que as Ciências da Nutrição encerram" href="https://jamanetwork.com/journals/jama/article-abstract/2748478" target="_blank" rel="noopener noreferrer">problema e o fascínio que as Ciências da Nutrição encerram</a>, pois embora os estudos de natureza epidemiológica frequentemente nos apontem para determinadas respostas, carecemos quase sempre da prova definitiva por ensaio clínico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O “sumo” que o engenho de tantos cientistas tem retirado dos estudos transversais ou de coorte tem sido fundamental para entender as muito complexas relações entre alimentação e saúde, mas tal não deve entusiasmar-nos em demasia nas conclusões que deles tiramos. Acrescenta-se que especial cuidado terá que ser tido na comunicação feita por meios generalistas e dirigidos ao grande público, cuja capacidade de interpretar estas “nuances” é certamente menor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Veredicto final do “Pensar Nutrição”</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em conclusão, embora a notícia em causa seja fiel às conclusões do estudo, o grau de certeza (ou ausência de incerteza) com que os resultados são anunciados não é compatível com as limitações intrínsecas deste nem com o facto óbvio de se tratar de um estudo apenas. Considera-se, pois, que a notícia é <span style="color: #dec507;"><strong>“Imprecisa”</strong></span>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="200" height="200" src="https://pensarnutricao.pt/wp-content/uploads/2019/09/StampAmarelo_200x200.gif" alt="Fact-checking – “Vegetarianos podem ter menos doenças cardíacas, mas maior risco de AVC” 4" class="wp-image-380" title="Fact-checking – “Vegetarianos podem ter menos doenças cardíacas, mas maior risco de AVC” 4"></figure>
</div>


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<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>
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